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O desaparecimento de Maria Custódia Amaral ganha novos contornos. A agente imobiliária teve o seu telemóvel rastreado, tendo-se apurado que está desligado desde o final da passada segunda-feira. A filha da atriz Delfina Cruz tinha sido vista pela última vez no domingo, na localidade de Paço, perto de casa.
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A investigação da Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Contraterrorismo (UNCT), poderá agora seguir outros rumos, na sequência de uma denúncia que apontava para a possibilidade de rapto de Maria Custódia Amaral. Este cenário levou à passagem do inquérito para a PJ, por se tratar de um eventual crime violento.
A tese ganhou força depois de uma das janelas da residência da suposta vítima, na Lourinhã, ter sido encontrada partida. Paralelamente, a investigação recolheu depoimentos de familiares e amigos, concluindo que não há indícios de uma saída voluntária da agente imobiliária.
Parentes e amigos mobilizaram-se e estão a distribuir cartazes na esperança de obter qualquer informação sobre o paradeiro da filha de Delfina Cruz.
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