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Já são conhecidas as datas do julgamento reveladas por Maya: oito sessões que começam com o depoimento de José e Betty no primeiro dia. Sobre o funcionamento do tribunal, Rui Pereira explicou na CMTV que, em solo nacional, o juiz assume uma postura muito mais proativa na descoberta da verdade do que no sistema norte-americano.
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Já há luz verde para o início do julgamento que opõe José Castelo Branco a Betty Grafstein, num caso de alegada violência doméstica. A informação foi avançada em exclusivo por Maya no ‘Noite das Estrelas’, confirmando que o processo arranca a 25 de junho e contará com oito sessões até outubro. A apresentadora, que confessou alguma impaciência com a demora na marcação, discutiu com Rui Pereira a estratégia deste calendário, que se divide entre o período pré-férias judiciais e o pós-verão. O jurista esclareceu que a extensão do processo se deve ao elevado número de testemunhas, sublinhando que a magistrada pode admitir depoimentos extra para garantir que nenhum detalhe escape à verdade dos factos.
- Manhã: Dedicada ao depoimento de José Castelo Branco. Embora tenha o direito de ficar em silêncio, a lei permite que o arguido minta sem ser penalizado por isso (ao contrário das testemunhas), uma vez que se entende que pode agir por desespero. Maya, em tom irónico, duvida que o socialite consiga manter-se calado.
- Tarde: Reservada para Betty Grafstein. Por questões de proteção, o arguido será retirado da sala para que a vítima possa falar sem constrangimentos ou intimidações.
- As declarações que ela já deu para “memória futura” antes de sair do país continuam a ser válidas como prova em tribunal.
- Caso a juíza queira novos esclarecimentos, Betty poderá ser ouvida por videoconferência a partir dos EUA, não sendo a sua presença física obrigatória para que a justiça avance.
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