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Pesadelo em Cabo Verde: Ator Luís Oliveira detido após “mal-entendido” com arma branca
O ator Luís Oliveira, que o público conhece de projetos como Rabo de Peixe ou Festa é Festa, viveu momentos de autêntico terror durante as suas férias em Cabo Verde. O artista acabou detido pelas autoridades locais por transportar um canivete cujo tamanho excedia o limite legal, sendo por isso classificado como arma branca.
Já em solo português e mais recomposto, o ator explicou à revista TV 7 Dias que tudo se deveu a um erro de cálculo logístico familiar. “Íamos embarcar com o procedimento normal, depois de uma semana incrível que tivemos na ilha de Santiago e na ilha de Maio. Quando vim de Portugal passei com um garfo, uma colher, um saca-rolhas e um canivete. Levei isto tudo porque tenho a Vitória, com um ano, e o Vicente, com cinco, e como na ilha de Maio não íamos ficar num apartamento, pensei que poderia precisar para cortar fruta ou outra comida. Coisas de miúdos a que é perfeitamente normal, que é o que eu faço em Portugal”, esclareceu.
O problema surgiu na medição do objeto. “O canivete tinha oito centímetros. Como excedia os seis, já é considerado crime”, detalhou Luís, acrescentando que o aparato começou logo no controlo de segurança: “O segurança viu aquilo, mediu a faca e chamou a polícia”.
O pânico da família e a noite na prisão
O momento da detenção foi traumático para os filhos e para a mulher, Elsa. “Os meus filhos assistiram a tudo. O Vicente, que tem cinco anos, percebeu. É um pânico, ele a chorar e a perguntar ‘onde é que vai o meu pai, onde é que ele vai'”, recordou com angústia. Enquanto a mulher seguia viagem com as crianças para garantir a segurança dos menores, o ator era conduzido a uma cela onde as condições eram desumanas.
O momento da detenção foi traumático para os filhos e para a mulher, Elsa. “Os meus filhos assistiram a tudo. O Vicente, que tem cinco anos, percebeu. É um pânico, ele a chorar e a perguntar ‘onde é que vai o meu pai, onde é que ele vai'”, recordou com angústia. Enquanto a mulher seguia viagem com as crianças para garantir a segurança dos menores, o ator era conduzido a uma cela onde as condições eram desumanas.
“A cela era escura, a única luz que vinha do corredor através de uma chapa com buraquinhos. Tinha um beliche feito em betão, sem colchão, sem nada. Tinha um buraco para fazer as necessidades e um lavatório ao lado que não tinha água. Completamente sem dignidade alguma, sujo, com um cheiro inacreditável”, descreveu sobre o tempo que passou privado de liberdade.
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