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Eric Dane (1972-2026): O Eterno “McSteamy” que se Tornou um Símbolo de Coragem
O mundo do entretenimento despediu-se, a 19 de fevereiro de 2026, de uma das suas figuras mais carismáticas. Eric Dane faleceu aos 53 anos, em Los Angeles, rodeado pela família. A notícia da sua morte gerou uma onda de consternação global, unindo fãs de diferentes gerações que acompanharam o seu percurso desde os dramas médicos até às interpretações viscerais na HBO.
A Batalha Final: Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
Eric Dane foi diagnosticado com ELA em abril de 2025. Após o choque inicial, o ator optou por uma postura de transparência total, partilhando as etapas da doença e tornando-se um dos rostos mais ativos na angariação de fundos para a investigação da cura. Faleceu devido a complicações respiratórias decorrentes da progressão da doença, deixando um legado de ativismo que, segundo a família, era o seu “maior orgulho
O Percurso de uma Estrela
Nascido em São Francisco, a carreira de Dane explodiu em 2006, curiosamente no mesmo dia 19 de fevereiro em que viria a falecer 20 anos depois, quando apareceu pela primeira vez como o cirurgião plástico Mark Sloan em Grey’s Anatomy. A sua entrada triunfal, saindo do banho apenas com uma toalha, valeu-lhe a alcunha de “McSteamy” e cimentou o seu lugar como um dos maiores símbolos sexuais da televisão.
No entanto, Eric Dane provou ser muito mais do que um rosto bonito:
- A Despedida da ABC: A morte da sua personagem em 2012 (vítima de um acidente de avião) é considerada até hoje um dos momentos mais tristes da história da televisão.
- O Capitão de Aço: Em The Last Ship, protagonizou cinco temporadas como o Comandante Tom Chandler, mostrando a sua versatilidade em papéis de ação.
- A Reinvenção em ‘Euphoria’: Já na maturidade, surpreendeu tudo e todos como Cal Jacobs. A sua interpretação crua de um pai com uma vida dupla sombria foi aclamada pela crítica, provando que Dane era um ator de uma profundidade dramática rara.
Vida Pessoal e Superação
A vida de Eric nem sempre foi fácil. O ator foi aberto sobre as suas lutas passadas com a saúde mental e a dependência de analgésicos, temas que abordava com a mesma franqueza com que enfrentou a doença terminal. Deixa duas filhas, Billie Beatrice e Georgia Geraldine, fruto do seu casamento com a atriz Rebecca Gayheart, de quem se manteve muito próximo até ao fim.
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