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Guerra no ‘Passadeira Vermelha’: Filipa Torrinha Nunes arrasa Bárbara Norton de Matos e fala em “Bimby mental”
O programa da SIC Caras, Passadeira Vermelha, voltou a ser palco de um debate aceso, desta vez tendo como alvo um desabafo recente de Bárbara Norton de Matos. A atriz utilizou as suas redes sociais para partilhar uma reflexão sobre as pressões que sofreu ao longo da sua carreira por ser uma figura pública, mas as suas palavras não convenceram parte do painel de comentadoras.
O desabafo de Bárbara: “Não sei amar pela metade”
No vídeo em questão, a atriz questionou os conselhos que recebeu durante anos: “Vocês sabem o que é que eu ouvi a minha vida toda? ‘Bárbara, tu tens de ser mais resguardada. Olha, tu não podes. Tu és uma figura pública. Tu não podes ser assim. Tu não podes sentir tanto’”. Bárbara admitiu que, durante muito tempo, chegou a acreditar que tinha um problema, mas reforçou que não consegue viver com “máscaras” ou “amar pela metade”. Além disso, deixou um alerta sobre a falta de união feminina: “O maior julgamento que eu tive foi de mulheres. O feminismo começa em não competirmos umas com as outras e protegermos mais umas às outras”.
No vídeo em questão, a atriz questionou os conselhos que recebeu durante anos: “Vocês sabem o que é que eu ouvi a minha vida toda? ‘Bárbara, tu tens de ser mais resguardada. Olha, tu não podes. Tu és uma figura pública. Tu não podes ser assim. Tu não podes sentir tanto’”. Bárbara admitiu que, durante muito tempo, chegou a acreditar que tinha um problema, mas reforçou que não consegue viver com “máscaras” ou “amar pela metade”. Além disso, deixou um alerta sobre a falta de união feminina: “O maior julgamento que eu tive foi de mulheres. O feminismo começa em não competirmos umas com as outras e protegermos mais umas às outras”.
Zulmira Garrido vs. Filipa Torrinha Nunes
Em estúdio, as opiniões dividiram-se drasticamente. Zulmira Garrido, que trabalhou com a atriz no programa, saiu em sua defesa, considerando que Bárbara tem o direito de fazer as suas publicações diárias: “Eu como sou amiga dela, gosto imenso dela (…) Isto é um diário aberto”. Por outro lado, Filipa Torrinha Nunes não poupou nas críticas e utilizou metáforas duras para classificar o pensamento da colega.
Em estúdio, as opiniões dividiram-se drasticamente. Zulmira Garrido, que trabalhou com a atriz no programa, saiu em sua defesa, considerando que Bárbara tem o direito de fazer as suas publicações diárias: “Eu como sou amiga dela, gosto imenso dela (…) Isto é um diário aberto”. Por outro lado, Filipa Torrinha Nunes não poupou nas críticas e utilizou metáforas duras para classificar o pensamento da colega.
“Sinto que a Bárbara juntou coisas assim ao calhas na bimby mental dela e deu o nome de pensamento. É tudo muito aleatório, não percebo a lógica. Acho isto puramente desinteressante, sem profundidade nenhuma”, disparou a psicóloga. Filipa reforçou que considera a postura da atriz “infantil” e criticou a forma como esta utiliza o conceito de feminismo nestes desabafos.
Vitimismo e falta de autocrítica
A comentadora lembrou ainda o polémico namoro da atriz com o cavaleiro João Moura Caetano, acusando-a de se vitimizar constantemente: “Ela sempre se vitimizou (…) ela expunha-se sempre — e bem, se ela quer, acho muito bem que o faça — mas depois vitimiza-se. Ela não assume. Portanto, isto é um pensamento muito raso”. Para Filipa Torrinha Nunes, falta a Bárbara um olhar “minimamente autocrítico” sobre as situações que vive. O debate terminou com uma nota de humor irónica da psicóloga, sugerindo que o problema é precisamente esse diário estar aberto: “O problema é mesmo pôr o cadeado no diário”.
A comentadora lembrou ainda o polémico namoro da atriz com o cavaleiro João Moura Caetano, acusando-a de se vitimizar constantemente: “Ela sempre se vitimizou (…) ela expunha-se sempre — e bem, se ela quer, acho muito bem que o faça — mas depois vitimiza-se. Ela não assume. Portanto, isto é um pensamento muito raso”. Para Filipa Torrinha Nunes, falta a Bárbara um olhar “minimamente autocrítico” sobre as situações que vive. O debate terminou com uma nota de humor irónica da psicóloga, sugerindo que o problema é precisamente esse diário estar aberto: “O problema é mesmo pôr o cadeado no diário”.
Texto: REDAÇÃO JET7.pt
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Fotos: D.R/ divulgação
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