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A família do banqueiro português Pedro Ferraz Reis, administrador do banco BCI, subsidiária em Moçambique do grupo português Caixa Geral de Depósitos (CGD), não aceita a tese de suicídio avançada pelas autoridades moçambicanas.
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De acordo com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, elementos da Polícia Judiciária (PJ) e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses de Portugal passaram a integrar a investigação e encontram-se em Maputo a colaborar com as autoridades locais no apuramento dos factos.
Um relatório preliminar elaborado pelo Sernic (Serviço Nacional de Investigação Criminal), após a morte do banqueiro de 56 anos, classificou o caso como suicídio, levando ao encerramento da investigação.
Segundo o Sernic, o empresário português “terá tirado a própria vida” ao ingerir alegadamente “veneno para ratos” e ao desferir, com uma faca de cozinha, vários golpes nos pulsos, nas costas, no pescoço e no peito, na zona do coração.
Pedro Ferraz Reis era um banqueiro português, natural do Porto, e que trabalhava há mais de uma década em Moçambique como administrador de um dos maiores bancos do país. Foi encontrado morto na noite de 19 de Janeiro de 2026, num hotel de luxo em Maputo.
Texto: Redação Jet7.pt
Fotos: D.R/divulgação
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