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A morte de Irene da Grécia e Dinamarca, irmã da rainha emérita de Espanha, Sofia, causou profunda consternação na família real, que já divulgou os pormenores das cerimónias fúnebres, a realizar na próxima segunda-feira, 19 de janeiro.
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Segundo a revista Semana, o corpo da princesa, considerada rebelde, encontra-se em câmara ardente na capela do Palácio da Zarzuela. Para esse dia está prevista uma missa na igreja ortodoxa de Madrid. O funeral terá lugar no cemitério de Tatoi, em Atenas, na Grécia, onde a princesa será sepultada junto do irmão, o falecido rei Constantino, e dos seus pais.
Um breve comunicado emitido pela Família Real da Grécia revela as últimas vontades da princesa. ‘Em vez de flores, é pedido aos convidados que façam donativos à The Friends of Music Society ou a uma instituição de caridade à sua escolha’, lê-se.
Irene da Grécia morreu esta semana, em Madrid, aos 83 anos. Fontes citadas pela imprensa espanhola indicam que a princesa sofria de um “declínio cognitivo acentuado”. Ao longo da vida, manteve-se afastada do protocolo e de funções oficiais, seguindo um percurso marcado pelo exílio, pela música e pela filantropia.
Irene da Grécia e Dinamarca nasceu a 11 de maio de 1942, na Cidade do Cabo, na África do Sul, durante o exílio da família real grega, em plena Segunda Guerra Mundial. Era a filha mais nova do rei Paulo I da Grécia e da rainha Frederica de Hannover, irmã mais nova da rainha Sofia de Espanha e do rei Constantino II da Grécia. Era bisneta do imperador Guilherme II da Alemanha e trineta da rainha Vitória do Reino Unido.
Carinhosamente apelidada de “Tia Pecu” pelos sobrinhos e sobrinhas, incluindo o rei Filipe VI de Espanha, a princesa Irene da Grécia nunca se casou. Foi fundadora e presidente da organização não-governamental Mundo en Armonía, criada em 1996 e que cessou actividade no final de 2023, dedicando-se a projectos solidários e humanitários.
Texto: revista Jet7/redação
Fotos: D.R/divulgação
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