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Escândalo em Hollywood! 🎬 O documentário sobre Melania Trump já chegou às salas, mas a escolha do realizador está a dar que falar. Melania contratou Brett Ratner, acusado de abusos sexuais em 2017, o que levou a equipa técnica a revoltar-se. Com técnicos a pedirem para apagar os seus nomes dos créditos e a torcerem pelo fracasso da obra, o filme sobre a primeira-dama promete ser um dos mais polémicos do ano.
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Detalhes relevantes:
- O Silêncio de Melania: Até ao momento, a primeira-dama não emitiu qualquer comunicado sobre as acusações contra Brett Ratner. Esta postura de “ignorar a polémica” está a ser interpretada por muitos críticos como uma validação do realizador, o que acende ainda mais a fúria dos movimentos de defesa dos direitos das mulheres em Hollywood. The Guardian detalha o historial de Ratner e como ele se tornou “persona non grata”.
- Controlo de Imagem: Fontes próximas da produção revelam que Melania exigiu controlo total sobre a edição final. Isto significa que o documentário não é uma peça jornalística isenta, mas sim uma ferramenta de relações públicas para suavizar a sua imagem antes da tomada de posse de Donald Trump em 2025.
- O “Ghosting” da Equipa: O facto de dois terços dos técnicos terem pedido para retirar o nome dos créditos é um caso raríssimo na indústria. Geralmente, os profissionais precisam do crédito para o currículo, mas aqui preferiram o anonimato a serem associados a um realizador acusado de assédio.
- Distribuição “Maldita”: Devido à polémica, várias grandes distribuidoras americanas recusaram-se a tocar no filme, o que levou a que a obra chegasse a mercados internacionais (como o português) através de canais alternativos ou plataformas independentes.
Os números do documentário ‘Melania’ revelam um cenário contraditório: embora tenha tido a melhor estreia para um documentário não musical da última década, o filme é considerado um fracasso financeiro catastrófico devido ao seu custo astronómico.Aqui estão os dados principais que explicam este “desastre” de bilheteira:
- Investimento vs. Retorno: A Amazon investiu um total de 75 milhões de dólares (40 milhões pelos direitos e 35 milhões em marketing). Até meados de fevereiro de 2026, a receita global ronda apenas os 15,8 milhões de dólares.
- A “Queda Livre”: Após uma estreia surpreendente de 7 milhões de dólares nos EUA, as vendas de bilhetes caíram 67% logo no segundo fim de semana.
- O Prejuízo Estimado: Analistas projetam que a Amazon possa perder dezenas de milhões de dólares com esta aposta. O valor arrecadado nas salas de cinema não cobre sequer 10% do investimento total feito pelo estúdio.
- O Público-Alvo: O sucesso inicial deveu-se quase exclusivamente a um nicho: 78% do público era composto por pessoas com mais de 55 anos, maioritariamente mulheresconservadoras do sul dos EUA.
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