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Neste mês de janeiro, um crime que abalou Portugal continua a marcar a opinião pública, sobretudo pela extrema brutalidade dos factos e por envolver duas figuras conhecidas do país. A 7 de janeiro de 2011, em Nova Iorque, o jovem português Renato Seabra, então com cerca de 21 anos, matou o cronista social e jornalista Carlos Castro, de 65 anos.
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A mãe do autor do crime, Odília Pereirinha, tem chamado a atenção pela lealdade incondicional ao filho, pelo amor maternal e pela dor profunda que carrega, encontrando na fé a força necessária para enfrentar esta tragédia. Após a condenação de Renato Seabra, afastou-se completamente dos meios de comunicação social. Desde então, procura o anonimato e, acima de tudo, estabilidade emocional, recusando entrevistas ou qualquer tipo de exposição pública.
Renato Seabra foi condenado a uma pena de 25 anos a prisão perpétua, que cumpre nos Estados Unidos. A expectativa da família quanto a uma eventual liberdade condicional prende-se com o decurso do tempo: em 2036, Renato Seabra completará 25 anos de reclusão, estando prevista para o ano anterior a avaliação judicial que poderá determinar essa possibilidade.
O crime
O modelo e Carlos Castro encontravam-se a concluir uma viagem a sós em Nova Iorque quando ocorreu o crime de extrema violência. Ambos estavam hospedados no quarto 3416 do Hotel Intercontinental.
Renato Seabra confessou às autoridades norte-americanas que houve uma discussão com Carlos Castro. Nos autos da polícia é descrito que o modelo agrediu o cronista, apertando-lhe o pescoço e arrastando-o pelo chão. De seguida, esfaqueou-o com um saca-rolhas e, com o mesmo objecto, mutilou-lhe os órgãos genitais.
Texto: Redação Jet7.pt
Fotos: D.R/divulgação
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