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Fotos da jornalista Tânia Laranjo ao lado de militantes do partido Chega vieram a público e causaram grande repercussão. A jornalista da CMTV fez uma declaração nas redes sociais, explicando o que a motivou a posar junto de elementos do partido liderado por André Ventura.
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“A propósito das minhas fotos nas redes sociais com militantes do Chega, convém ser clara. Ontem estive a trabalhar. Fui cobrir, como jornalista, os resultados eleitorais no hotel onde estava André Ventura. Entrei como jornalista e saí como jornalista. As fotografias aconteceram porque me foram pedidas e porque não aceito a lógica de cidadãos de primeira e de segunda”, escreveu no Instagram.
Tânia Laranjo foi ainda mais longe nos comentários: “Se rejeitamos a ideia de imigrantes hierarquizados, também devemos rejeitar a noção de eleitores aceitáveis e eleitores tóxicos, pessoas dignas de atenção e outras indignas de existência pública. O problema não está em falar com eleitores do Chega; está em fingir que eles não existem”, exemplificou.
A jornalista fez também referência à alegada perseguição de que tem sido alvo:
“Aos que se dizem alarmados com a radicalização, recordo que a caça às bruxas, o linchamento moral e a patrulha ideológica são igualmente — ou ainda mais — perigosos. Demonizar pessoas comuns não combate extremismos; alimenta-os. O jornalismo não escolhe trincheiras nem distribui certificados de pureza democrática. Observa, regista e confronta a realidade, mesmo quando ela é incómoda”, desabafou.
Texto: Redação Jet7.pt
Fotos: D.R/divulgação
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